E hoje temos um Red Shirt aqui no blog, que preferiu manter sua identidade secreta.
O Estrangeiro debutando aqui nos Quadrinheiros.
São necessárias ressalvas quanto a este post, que são também ressalvas à minha pessoa.
Em primeiro lugar, sou Estrangeiro nestas terras dos quadrinhos – não tenho, portanto, o conhecimento de causa daqueles que hoje me hospedam nestas paragens. Venho de longe e meu discurso tem um olhar admirado com a pátria alheia. Em segundo lugar, como todo errante estrangeiro, não tenho à disposição qualquer biblioteca além daquela feita de retalhos escritos e imagéticos que porto em minha memória.
Dito isso, para que servem os super-heróis? Continue lendo




Fantasias (ou cosplay, como dizem os aficcionados) nunca foram muito a minha praia. Vindo de uma família protestante (meu pai é pastor), cresci longe da tradição dos bailes de Carnaval e só usei fantasias para os teatrinhos da igreja ou da escola. As duas únicas vezes em que isso aconteceu fora desses dois contextos foram minha primeira (e única) quadrilha junina (porque todos os alunos da 1.ª série eram obrigados a participar — e eu nem sabia o que era uma quadrilha, porque não tinha feito o jardim nem o pré) e uma festa temática da Turma da Mônica, com um grupo bem fechado de amigos (minha fantasia se resumiu a colocar o manto da Dona Morte — não quis passar tinta branca na cara e nem me preocupei em fazer uma foice). Fora isso, sempre fui o cara sem-graça que recusa convites ou aparece com roupa comum em festas à fantasia.












