
Mais do que apenas capas metalizadas e designs futuristas, o universo 2099 foi um laboratório de críticas sociais, experimentação narrativa e ideias desperdiçadas.
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Mais do que apenas capas metalizadas e designs futuristas, o universo 2099 foi um laboratório de críticas sociais, experimentação narrativa e ideias desperdiçadas.
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Quando falamos de quadrinho brasileiro contemporâneo, existe um divisor de águas chamado Lourenço Mutarelli. E no centro desse furacão está A Trilogia do Acidente: uma saga que desconstrói o gênero policial e expõe as vísceras de uma cidade e de um homem em ruína.
Continue lendoO fim de Stranger Things é o aviso final de que, na indústria cultural, o maior inimigo de uma grande obra pode ser, justamente, a sua incapacidade de terminar.
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Nesse Papo Quadrinheiro dissecamos a polêmica história ‘Pesadelo Americano’ (Daredevil #283), onde o Capitão América tece duras críticas à política externa dos EUA e à intervenção na América Latina.
Continue lendoJohn Byrne salvou o Superman — ou preparou o terreno para que ele se tornasse apenas mais um produto da indústria cultural? Quase quarenta anos após The Man of Steel, suas decisões ainda estruturam o herói nos quadrinhos, nas telas e nos games? O legado foi positivo e continua relevante?
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No Papo Quadrinheiro desta semana, passamos o ano a limpo com um olhar crítico: o que realmente deixou marca e o que foi apenas mais do mesmo? Nem tudo foi brilhante, mas entre os tropeços da indústria, encontramos joias que merecem sua atenção. Venha relembrar com a gente o que 2025 teve de mais interessante!
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Neste episódio conversamos sobre a HQ brasileira Jiraiya: O Novo Império dos Ninjas, de Chris Tex, Santtos e Jhonny Domingos.
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Nesse Papo Quadrinheiro abraçamos o caos com Lobo – O Último Czarniano, de Keith Giffen, Alan Grant e Simon Bisley.
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