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HISTÓRIAS SEM FIM (ou “Brasil: o túmulo do gekiga”)
Conheço um número razoável de pessoas que não gosta de quadrinhos seriados por uma série de motivos. Já discutimos antes (aqui, aqui, aqui, aqui e aqui) as implicações da continuidade infinita e não é caso de voltar ao tema. O segundo motivo mais comum é que essas pessoas não gostam de ter que esperar o mês seguinte para continuar a história. E sempre existem aquelas histórias que, embora não sejam infinitas, são esticadas muito além do que deveriam (o camarada Nerdbully dá um ótimo exemplo disso aqui). Questão de preferência pessoal. Mas muito pior — MESMO — do que ter que esperar um mês pela continuação, é ficar sem saber o final da história. Frustração que aqui no Brasil se tornou particularmente comum aos leitores de gekiga (pronuncia-se guekigá, não que isso importe para a maioria), o quadrinho adulto japonês.
Batman: um problema social ou psicológico?
Publicado em Nerdbully
Com a tag Alex Ross, Batman, Christopher Nolan, concentração de renda, desigualdade social, Facebook, Frank Miller, Grant Morrison, Novos 52, violência
19 Comentários
Extra, extra! Mais uma pessoa enganada! Game of Thrones, franquias malditas e a ditadura do consumidor
Esse texto é pra vc nerd, que, como eu, assistiu empolgado a primeira temporada de Game of Thrones, a excelente série produzida pela HBO, baseada na série de livros A Song of Ice and Fire, ou As Crônicas de Gelo e Fogo. Ao longo da série você ficou fascinado por Westeros e pelos personagens marcantes como Ned Stark, Jon Snow e Tyrion Lannister, ficou curioso sobre a história dos Sete Reinos, sobre como as coisas haviam chegado até aquele ponto e como seriam daqui para frente. Ao final da temporada, assim como eu, você não conseguiu se conter. Foi até a livraria ou site e encomendou todos os livros disponíveis e avidamente começou a lê-los como se não houvesse amanhã.

E então veio a decepção. A seguir spoilers leves sobre os livros. Continue
Publicado em Nerdbully
Com a tag A Game of Thrones, A Guerra dos Tronos, A Origem, A Song of Ice and Fire, As Crônicas de Gelo e Fogo, Christopher Nolan, franquia, Game of Thrones, George R. R. Martin, HBO, Highlander, Inception, Jon Snow, literatura, Matrix, Robocop, Song of Ice and Fire, Tyrion Lannister, Wachowski, Westeros
37 Comentários
Doctor Who em busca do tempo perdido X Lost e a historiografia norte americana
Neil Gaiman escreveu um episódio da 6a temporada (2011-2012) de Doctor Who pra BBC chamado The Doctor’s Wife, e ganhou o prêmio Hugo de ficção por isso. Agora as noticias dizem que ele está escrevendo mais um episódio de Doctor Who pra 7a temporada. Além de ser um escritor premiadíssimo de ficção, ele é um fan incondicional dessa série que tem o mesmo argumento base desde 1963 sem interrupções até 1989, e que renasceu (ou se regenerou?) em 2005 e segue até hoje, com livros e histórias em quadrinhos derivados.
Publicado em Picareta Psíquico
Com a tag Doctor Who, Gyorgy Luckács, Lost, Marcel Proust, Neil Gaiman, Walter Benjamin
3 Comentários
ALÉM DO LIMOEIRO: O novo multiverso mauriciano
“Mas a vida me ensinou que, às vezes, é preciso abrir mão do que é mais seguro e se arriscar. Dar um salto no escuro.” Essa parece ser uma daquelas coisas óbvias, mas tão óbvias, que acabam esquecidas e precisamos ouvir de novo de vez em quando. Também é a chave para entender Astronauta: Magnetar, a história de estréia do novíssimo selo Graphic MSP. E não digo isso só em relação ao excelente roteiro de Danilo Beyruth, criador do Necronauta e do Bando de Dois — se você é um daqueles que diz que vê os quadrinhos não como simples diversão, mas como um exercício de expressão criativa, e não conhece esses dois títulos, arrependa-se de sua ignorância e arrogância ou saia imediatamente deste blog.
Publicado em Quotista
Com a tag Astronauta, Cris Peter, Danilo Beyruth, Graphic MSP, graphic novel, Mauricio de Sousa, MSP, MSP50, multiverso, quadrinho nacional, Turma da Mônica
8 Comentários
Quando os quadrinhos são mais sérios que os políticos
Continuando as postagens sobre a relação da política com os quadrinhos, que comecei aqui, venho trazer um tema de extrema importância no cenário político brasileiro (que já está alvoroçado com as eleições e seus segundo turnos): O Mensalão.
Publicado em Sidekick
Com a tag Batman, cotidiano, dinheiro, história, política, Supremo Tribunal Federal, tiras, torcida
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Batman em dose tripla ou “você ainda compra gibi mensal?”
Há quem critique o formato como as revistas da Marvel e DC saem aqui no Brasil. Aqui não temos cada edição separada como nas edições gringas, mas mix de revistas. Se formos analisar pagamos mais barato por mais conteúdo. No EUA cada revista sai por 3,99 dólares, ou seja, arredondando, 8 reais. Aqui pagamos 5,90 por três revistas. Economicamente mais viável, porém o problema não é lançar as revistas nesse formato, mas o que você coloca nesse mix. Já comentamos isso aqui.

Vamos ver o caso da Liga da Justiça. As aventuras da Liga, no geral, são boas. Ação com os personagens mais icônicos das histórias em quadrinhos. Você com 12 anos não queria outra coisa. Mas ter que comprar junto a Liga da Justiça Internacional e o Átomo é pedir demais agora que você é cool e não lê mais gibis, apenas comics ou histórias em quadrinhos, ou melhor ainda, graphic novels, que isso sim é coisa de adulto. Continue
Publicado em Nerdbully
Com a tag Batman, Coringa, David Finch, DC Comics, Grant Morrison, Greg Capullo, Joker, Novos 52, Paul Jenkins, Scott Snyder, Tony S. Daniel
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WE3: animais fofinhos de destruição em massa
Três animais fofinhos geneticamente modificados por um programa governamental para tornarem-se armas de destruição em massa utilizando exoesqueletos com a mais alta tecnologia bélica lutando por suas vidas. Toda a história de WE3 pode ser resumida nessa frase.
Com o roteiro de Grant Morrison e desenhos de Frank Quitely, WE3 foi originalmente publicado em três edições sob selo Vertigo em 2004, trazido ao Brasil em 2006 pela Panini, e agora republicado pela mesma editora em edição definitiva, com capa dura, 10 páginas extras, alguns comentários e esboços dos autores por “apenas” 45 picolés.
Publicado em Nerdbully
Com a tag Doom Patrol, Frank Quitely, Grant Morrison, quadrinhos, Vertigo
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Star Trek Countdown: o futuro passado em quadrinhos
“Espaço, a fronteira final.” Desde 1966, na exibição do 1º episódio de Star Trek, essas palavras apontavam uma direção pra imaginação. Era o espaço, o “não-lugar” sem fronteira, o destino “final” da nave estelar Enterprise. 43 anos depois, na direção de J.J. Abrams no cinema, a audaz tripulação da Frota Estelar voltou à ativa, rejuvenescida e ansiosa pelo desafio.
O destino era o mesmo. Mas ele já tinha sido explorado e cartografado minuciosamente por vários capitães, oficiais e naves diferentes. Se o espaço era o destino, o futuro estava no passado, em dezenas de filmes, séries e livros. Continue
Publicado em Velho Quadrinheiro
Com a tag cinema, história, IDW, passado, quadrinhos, Star Trek
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