As Melhores Mães dos Quadrinhos

Ok, sabemos que TODOS os super-heróis têm mãe: ninguém é filho de chocadeira! E, além do mais, nos tempos politicamente corretos de hoje você pode considerar até a chocadeira como mãe, afinal nos quadrinhos máquinas também têm sentimentos…

Então, embora todas elas mereçam estar aqui esta é uma pequena lista no estilo top of mind  para nos lembrar daquela que nos tornou o que somos. Continue lendo

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É o fim dos filmes de Super-heróis??

Foram bons 13 anos. Alguns filmes de heróis foram excelentes, outros nem tanto. Mas talvez todos eles estejam perto do fim. Como saber? Bom, isso já aconteceu antes. Continue

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STARK E O DILEMA DE NOBEL (ou de Santos Dumont, se você faz questão de ser nacionalista)

Alfred Bernhard Nobel (Estocolmo, 21/10/833 — San Remo, 10/12/1896)

Você dedica toda a sua vida (ok, nem toda porque espero que você pelo menos tenha uma infância mais saudável do que a desses caras) em pesquisas, experiências, mais pesquisas, novas experiências, tudo em busca de algo que mude positivamente a vida de milhares de pessoas, talvez da humanidade inteira. E você consegue! Parabéns! Muito dinheiro na sua conta bancária, entrevistas em todos os canais de notícia, pessoas pedindo autógrafos e fotos por onde você passa. E, acima de tudo, a sensação de ter feito algo bom pela humanidade. No dia seguinte, a grande notícia é que sua invenção mudou o modo de se fazer uma guerra. Aquilo que você criou para melhorar a vida das pessoas agora é uma arma extremamente eficiente. E a culpa é sua. Toda sua.

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Homem de Ferro: o Crash inevitável

Nos idos de 1988, quadrinhos haviam virado arte. Era com cara de arte que alguns deles eram vendidos em sofisticadas edições. Estas a editora Abril batizou de “Série Graphic Novel”. Os primeiros números traziam clássicos requintados: X-Men – O conflito de uma raça, O Demolidor de F. Miller e Bill Sienkiewz, O Capitão Marvel de Jim Starlin e Batman – A Piada Mortal. Mas a fina da cepa da vanguarda gráfica ficou para a edição de número 6: Homem de Ferro – Crash.

 HFC

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Extremis

Sem dúvida foi a partir da saga Extremis que o Homem de Ferro mereceu de vez seu epíteto de invencível. A saga, na qual ao que parece o terceiro filme do Homem de Ferro será baseado (mas também disseram que o 2 ia ser baseado na Guerra das Armaduras e O Demônio na Garrafa e mal reconheci os arcos nos filmes), marca o enfodecimento sem limites do Homem de Ferro. Pelo menos é assim que a maioria dos leitores lembra dessa saga escrita por Warren Ellis e desenhada por Adi Granov, publicada entre 2005 e 2006.

Extremis foi tão importante que um dos motes centrais já foi utilizado no primeiro filme: sim, as Indústrias Stark são a indústria bélica, os vilões no mundo politicamente correto e pasteurizado do cinema norte-americano, mas essa tecnologia que mata os inimigos dos Estados Unidos também é utilizada para a medicina, celulares etc. Pronto. Problema de consciência resolvido. Bom para o público mediano, bom para o sr. Stark.

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Homem de Ferro e as pontas soltas de “O Demônio na Garrafa”

Nas décadas de 60 e 70 e 80 o Homem Aranha, o Quarteto Fantástico e mais tarde os X-Men eram o primeiro escalão dos heróis da Marvel. Até o Hulk vendia mais que o Homem de Ferro. Depois dos Heróis Renascem (com todas aquelas splash pages) no fim da década de 90, é que o personagem começou a ser repensado e apareceram roteiros melhores. Os Vingadores de Brian Michael Bendis e o arco “Guerra Civil” puxaram o Latinha para o topo e por fim o renascimento do Robert Downey Jr. como ator no papel de Tony Stark coroou o personagem que hoje é um fenômeno de vendas de diferentes produtos licenciados.

Mas de meados dos anos 90 para trás muita coisa já tinha acontecido, algumas marcantes como os arcos o “O Demônio na Garrafa” ou a “Guerra das Armaduras”, e outras de causar vergonha alheia em qualquer leitor como “Vingadores – Crossing”. Com o reboot de Heróis Renascem muita coisa foi, digamos assim, esquecida, e por isso existem várias pontas soltas na cronologia do personagem. Uma das mais interessantes é o final do arco “O Demônio na Garrafa” que trás na capa o seguinte texto – PELA MANHÃ TONY STARK ESTARÁ SÓBRIO OU MORTO (Iron Man #182). Continue

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Educação e revolução: Wolverine e Ciclope na disputa pela juventude

******* ATENÇÃO *******

***** HÁ SPOILERS SOBRE A SAGA X-MEN x VINGADORES QUE ESTÁ

SENDO LANÇADA ESTE MÊS NO BRASIL!!! TEJE AVISADO!!! ***** Continue

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A História das Histórias em Quadrinhos: a Era de Ouro

superman-ftr1Conheça a primeira Era dos quadrinhos de super-heróis americanos.

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Plágio, colagem, citação, homenagem, caos e ordem

Pra quem gosta de Cultura Pop (seja lá o que isso signifique…), perceber o uso de alguma referência, seja num filme que cite outro filme, ou numa música que use um sampler de outra música, é sempre prazeroso, ainda mais quando a referência não é tão óbvia assim e é preciso ter um pouco mais de informação e raciocínio associativo para percebê-la.

Nos quadrinhos mainstream o uso de referências existe em vários níveis. Desde o uso de contextos geopolíticos iguais ou similares aos do mundo real nos roteiros, que dão aquela sensação de acuidade histórica ou realismo, até o uso de fotografias como base para desenhos e enquadramentos. Nesse nível temos artistas como Alex Ross que faz uso de fotografias para criar suas obras de arte, e o extremo oposto como Rob Liefield que faz uso do seu pouco talento para fazer o inverso disso e estragar até a anatomia básica (ops!)…

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Hellblazer, boas histórias e o mercado de quadrinhos nacionais

Já faz algum tempo a Panini está lançando, em ordem cronológica, as aventuras de John Constantine. A história é mais ou menos conhecida: de mero coadjuvante nas aventuras do Monstro do Pântano de Alan Moore, o mago inglês foi alçado à condição de protagonista com roteiros de Jamie Delano e desenhos de John Ridgway.

Tive contato com  Hellblazer pela primeira vez na quase lendária revista Vertigo, publicada em 1995 e com apenas 12 edições, que deve ter sido o melhor mix de todos os tempos, esse formato tão querido e odiado pelos leitores tupiniquins, que trazia, além das aventuras do Mago, também o Sandman da Era de Ouro – Wesley Dodds -, Jonah Rex, Livros da Magia e possivelmente outras perdidas nas brumas da minha memória. Uma ótima iniciação em “quadrinhos adultos” para um adolescente. Na época pareciam histórias excepcionais, excelentes… mas vendo hoje eram apenas boas histórias.

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