Você sabe quem são as Tartatugas Ninja. Seja porque viu o desenho na década de 90, os filmes, a série live-action ou mesmo os últimos cartoons, você sabe quem são Leonardo, Raphael, Michelangelo e Donatello e também sabe que são pintores renascentistas – graças ao desenho, e não às suas aulas de História. A trupe de coadjuvantes também é igualmente famosa: April O’Neil, o Destruidor (às vezes traduzido como Retalhador), e, é claro, mestre Splinter.
Mais uma vez as Tartarugas estão de volta em um filme dirigido por Jonathan Liebesman e produzido pelo Michael Bay que está indo bem nas bilheterias. Não há como negar, Bay sabe produzir um blockbuster… mas esse post não é sobre ele, nem sobre os quelônios ninjas, mas sobre seus criadores. Continue lendo






Derrotas são desagradáveis. Algumas são até fáceis de engolir, principalmente quando a esportividade é mais importante do que o placar. Outras são arrasadoras, destruidoras, nos forçam a escolher entre enfiar a cabeça num buraco, procurar quem possa levar a culpa ou admitir uma dura verdade sobre nossas limitações. Pensei em escrever isto logo após o famoso 7×1 do Mineirão. As circunstâncias (o rodízio de escritores do blog, na verdade) me deram o tempo que eu precisava para pensar melhor no tema. (Mas não fiz isso e, portanto, este é mais um post meia-boca que escrevo).



