Vai Brasil!! Neymar! Neymar! Hexa! Hexa! Hexa!
Ok. Cumprido nosso maior dever cívico enquanto nação, vamos ao que interessa. Qual seja, quadrinhos, cerveja, matemática e mulher. Não necessariamente nessa ordem. Continue lendo
Vai Brasil!! Neymar! Neymar! Hexa! Hexa! Hexa!
Ok. Cumprido nosso maior dever cívico enquanto nação, vamos ao que interessa. Qual seja, quadrinhos, cerveja, matemática e mulher. Não necessariamente nessa ordem. Continue lendo
O REBOOT está para aquela carne moída com azeitonas de ontem que você joga no molho de tomate para o espaguete à bolonhesa, assim como o RELAUNCH está para o macarrão de hoje que você colocará no forno para gratinar com um pouco de creme de leite e queijo ralado amanhã. Ou não…
Mesmo que tudo possa ficar mais gostoso, isso nem sempre acontece. Ainda é tudo comida e com a fome não se brinca, já dizia minha avó! Consumimos porque não conhecemos, consumimos porque não aceitamos que mudou, consumimos porque somos curiosos e queremos pertencer, opinar, criticar, xingar e trolar.
Nós seres humanos do século XXI podemos nos relacionar com histórias de maneiras diversas. Num mundo multi plataforma, interconectado e interativo, critérios como idade, sexo, grau de escolaridade e renda são menos relevantes do que foram num passado recente. O grau de interação com as diferentes mídias é o novo paradigma para o desenvolvimento de qualquer história, mas isso também muda a forma de conceber essas narrativas e o nível de controle criativo dos autores.
Os novos consumidores podem ser divididos em 5 estados de acordo com a relação que estabelecem com seu objeto de consumo. Podem ser PASSIVOS ao apenas receberem o conteúdo da história; podem ser SOCIAIS ao opinarem sobre ela usando redes sociais; serem FÃS ao divulgarem a história para além da troca de comentários (fãs fazem lobby e conquistam novos leitores); EXPERTS que acham que sabem mais que os criadores (e as vezes sabem mesmo…) e podem contribuir com ideias para o desenvolvimento da história; e finalmente os CRIADORES que se apropriam da história e inventam conteúdos novos, colagens e remixes. Continue lendo
Deuses! Para os gregos eles não criaram o universo, ao contrario, foram criados pelo universo (assim como nós), e por isso apesar de seus poderes e sua grandeza, suas ambições e virtudes eram tão humanas quanto as nossas.
Por suas características a ideia de tais deuses passou a ser usada para adjetivar coisas, pessoas e atitudes por suas intenções, humores e vícios. Neste episódio apresentamos duas dessas vidas de características opostas que se complementam e ampliam nossa leitura do mundo.
Apolo – filho de Zeus e Leto, o deus da luz e do sol, na verdade, os gregos acreditavam que ele era o próprio sol, conduzindo a sua carruagem dourada e resplandecente no céu, para chegar, à noite, ao oceano onde os seus cavalos se banham, enquanto a noite prevalece. Por isso era chamado também de Febo (brilhante). Seus cabelos eram louros e seus olhos claros como o dia. Também era o deus da música, poesia e da arte de atirar com o arco – artes que ensinou aos homens.
Dionísio – deus do vinho, das farras e da loucura, era filho de Zeus e Sêmele, princesa tebana, filha de Cadmo e Harmonia. Sêmele, instigada por Hera, rogou a Zeus que a ela se apresentasse em todo seu esplendor. O deus a preveniu de que seria impossível a qualquer mortal resistir a tal visão. Sêmele, que se encontrava grávida na ocasião, não resistiu e caiu fulminada por raios e trovões. Zeus, com o auxílio de Hefesto, retirou-lhe o filho do ventre e o costurou à sua coxa de onde, passado o tempo de gestação, saiu Dionísio.
Já falamos aqui das histórias que não devem ser esquecidas. Histórias boas, muitas vezes obscuras, mas que por algum motivo marcaram o suficiente para serem lembradas e permanecerem em nossas estantes. Mas hoje gostaria de falar de um outro tipo de história, aquelas, ao contrário, que não nos deixam esquecer.
Sim, elas existem. Histórias de qualidade duvidosa – ou ruins mesmo – que mereceriam sem dúvida ser esquecidas, mas que ficaram famosas, são continuamente citadas, publicadas e republicadas, muitas vezes com edições de luxo, capa dura, com um projeto editorial impecável que drenam nossos parcos recursos. Continue lendo
Já falamos aqui sobre as muitas camadas do uso de referencias na cultura pop.
Nossa própria existência é uma soma de referencias, seja através da cópia do DNA de nossos pais, seja quando nos apropriamos daquela frase característica de alguém com quem nos identificamos e passamos a repeti-la até que ela deixe de ser plágio e passe a ser original. Nossas roupas, nossas músicas e comidas favoritas, nossos cortes de cabelo, são todos homenagens, citações, plágios, adaptações, cópias ou picaretagens. A soma de todas essas partes, o uso repetido e as pequenas alterações que imprimimos aqui e ali, vão compondo um mosaico que é a individualidade única de cada um de nós! A imaginação humana, a cultura e as histórias são apenas um reflexo disso…
(Atenção: este post é uma viagem total, delírio desocupado, sem qualquer fundamentação científica, pura digressão. É longo, mas respira fundo, dê uma chance pra ele)
Nessa altura da vida certamente você já não pensa sobre o assunto, afinal você está aqui, lendo um blog de textos não muito simples, que fala sobre quadrinhos. Mas como você reconhece os heróis? Continue lendo
De onde vieram as ideias para os filmes dos mutantes? Por quê os X-Men foram/são a principal porta de entrada de leitoras para a nona arte? Como um título de terceira linha se tornou uma das maiores franquias da cultura pop?
Hoje é um dia muito especial para nós aqui dos Quadrinheiros: estamos comemorando 2 anos de blog! Gravamos um vídeo para comentar os posts que mais deram mimimi por aqui para comemorar a data:
E também gostaríamos de relembrar com vocês o que consideramos nossos melhores posts! Boa leitura (ou releitura)! Continue lendo