A mediocridade não conhece nada acima de si mesma, mas o talento reconhece instantaneamente o gênio
Sir Arthur Conan Doyle
A mediocridade não conhece nada acima de si mesma, mas o talento reconhece instantaneamente o gênio
Sir Arthur Conan Doyle
Nesse episódio do Quadrinheiros Dissecam: Preacher, a consolidação do selo Vertigo!
Já falamos por aqui de muita coisa que compõe uma história. Do que faz ela funcionar. Ou então do que atrapalha. Falamos de altos conceitos. Das referências cruzadas.
Dos sentimentos que elas evocam, da atemporalidade, do mito.
Seja nos quadrinhos ou em qualquer mídia, toda história é uma narrativa. Toda narrativa tem um começo, meio e fim. Boas narrativas tem uma grande mensagem. Mas uma excelente narrativa tem um baita de um começo!
Hoje na nossa série filler, Picareta Psíquico e Sidekick recomendam O Lixo da História do Angeli!
Aqui estão 5 marcos da história das histórias em quadrinhos do período que resolvemos chamar simplesmente de “Era das Trevas”.
Desde a hora que acenderam a luz da existência, algum fulano com papel e lápis bolou que o futuro não seria mais como era antigamente e escreveu tudo pra ninguém esquecer. Foi o primeiro best-seller da história. E um baita sucesso do Legião Urbana. Da utopia infinita à devastação total, o amanhã guardava o mistério que nenhum habitante desse punhado de terra chamado Earth (pra não repetir o termo) deixou de imaginar: como vai ser o futuro?
Nada mais natural. Afinal, conceber o futuro seja talvez anterior a entender que a própria morte é inevitável. Pergunte a qualquer criança. Ou não, porque ela vai chorar e contar tudo pra mãe dela e você está em maus lençóis. Melhor, pense em você. Isso. Agora, pense comigo: que tipos de futuros já foram imaginados no passado? O que eles dizem sobre o tempo deles? Quadrinhos, esse sismógrafo da civilização, não deixa dúvidas.
Quadrinheiros invadem as 3as Jornadas Internacionais de Histórias em Quadrinhos na ECA-USP!
Nesse episódio do Quadrinheiros Dissecam: Habibi de Craig Thompson