Top 10: as ideias mais cretinas dos quadrinhos

A inteligência humana tem limites, mas a idiotice não. A inteligência possui uma série de explicações determinantes (genéticas, sociais, espirituais), mas ao que parece a imbecilidade é um mal que pode acometer todos os seres humanos inexplicavelmente.

Em resumo, ela é democrática: está ao alcance de todos! Hitler decidiu invadir o território da URSS onde se encontra a Rússia no inverno (Napoleão já tinha tentado e igualmente fracassado), pareceu uma boa ideia aos romanos deixar os germanos tomar conta de suas fronteiras, Xerxes decidiu invadir a Grécia e por aí vai. E, óbvio, na indústria dos quadrinhos não poderia ser diferente.

Aqui vai um Top 10 das ideias mais cretinas, imbecis e retardadas de todos os tempos (ou quase)! Como sei que isso facilmente poderia se tornar um Top 100 ou Top 1000 já convido eventuais leitores para postarem as ideias por aqui não mencionadas ou negligenciadas.

10. Justiceiro como anjo

Um dia Frank Castle resolve acabar com todos os seus problemas metendo uma bala na cabeça. Vagando no além, o Justiceiro é possuído por um Anjo Vingador, que era o encarregado de proteger sua família. Parece que os autores tem uma regra básica para os personagens: quando todas as boas ideias já foram feitas, a receita é simples: descaracterize o personagem.

9. Thor alienígena

Essa foi quando a dupla William Messner-Loebs/Mike Deodato assumiu o título, que foi cancelado logo que terminou essa fase. Lá descobrimos que os deuses de Asgard não são deuses, e sim alienígenas. Olha só o que dá você ler “Eram os deuses astronautas?” no banheiro e pensar: “Huuum… que boa ideia”.

8. Jean Paul Valley como Batman.

Essa é cruel. Durante a saga A Queda do Morcego, após uma série de eventos que culminam com a emblemática cena do Bane quebrando a coluna do Batman, este, impossibilitado de continuar com sua luta contra o crime escolhe alguém para ocupar seu lugar. E quem? Seu parceiro mais fiel, com anos de treinamento ao seu lado, o primeiro Robin e atual Asa Noturna Dick Grayson? Não. O Batman escolhe Jean Paul Valley, que já tinha seu cérebro lavado para ser o assassino Azrael pela Ordem de São Dumas! Sem comentários.

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7. Before Watchmen

Watchmen é uma obra prima dos quadrinhos. Isso é indiscutível. A DC Comics lucrou e ainda lucra com a minissérie escrita por Alan Moore e desenhada por Dave Gibbons. Porém temos um problema, talvez em todas as artes, mas isso nos quadrinhos é mais notório: arte x mercado. Watchmen é uma história completa, não precisa de uma sequência ou prelúdio, mas a DC conseguiu. Após anos assediando Alan Moore (um dos poucos autores íntegros que ainda existem na indústria dos quadrinhos – e curiosamente não consigo me lembrar de mais nenhum) e o velho barbudo cagando para a DC, a editora resolver lançar uma série de prelúdios para saga com outros autores. Se você se empolgou leia mais aqui. 

Qual o problema? O mesmo problema de Matrix, se me permitem uma analogia breve. Matrix também não precisava de prelúdio ou sequência, mas eis que os irmãos Wachowski decidem capitalizar em cima do sucesso e soterrar de merda o primeiro filme com o Matrix 2 e 3. Pelo menos no Before Watchmen não é o mesmo autor, e você pode simplesmente desconsiderar o que vier antes ou depois.

Nota: você  já deve saber que Neil Gaiman topou fazer um prelúdio de Sandman… se ficar cagado não vai ter desculpa.

6. Cavaleiro das Trevas 2

Apesar de achar o Cavaleiro das Trevas supervalorizado ela é, também, uma obra prima dos quadrinhos. Mas Frank Miller não tem tantos escrúpulos quanto Alan Moore e topou fazer o 2. O negócio é tão ruim que não vou perder seu tempo e o meu comentando. Quem tiver coragem que leia e conteste.

5. A volta de Barry Allen

O Flash da Era de Prata, Barry Allen, bateu as botas durante a saga Crise nas Infinitas Terras, impedindo o Anti-Monitor (o grande vilão dessa Crise) de destruir a Terra, sacrificando-se em prol de algo maior.  Para assumir a identidade de seu mentor o então Kid Flash, Wally West, se torna o terceiro Flash.

Agradando aos fãs e tendo sempre Barry Allen como referência, ele se manteve à altura do fardo. Uma geração inteira de leitores só conhecia Allen como uma referência, um ideal de herói a ser seguido pelo Flash, até Geoff Johns ter a “brilhante” ideia de trazê-lo de volta. Sua morte teve um sentido, mas sua volta, não. Tanto é que uma das críticas mais comuns (e verdadeiras) é que esse Barry Allen acabou incorporando traços da personalidade do Wally West e o ex-Kid Flash limado da cronologia pós-reboot. Mais detalhes aqui.

4. Heróis Renascem

Com as vendas baixas a Marvel decide fazer um reboot dos Vingadores e do Quarteto Fantástico. Os heróis das duas equipes morrem, mas são salvos em um universo paralelo por Franklin Richards, onde vemos suas origens recontadas e atualizadas por ninguém menos que Jim Lee e Rob Liefeld. Histórias de qualidade duvidosa aumentaram as vendas, a saga durou um ano e nos brindou com o Capeitão América.

3. Mefisto desfazendo o casamento do Homem-Aranha

O editor da Marvel Joe Quesada acordou um belo dia achando que o casamento de Peter Parker com Mary Jane não era uma boa ideia, que fazia parte da essência do personagem ser solteiro. Então o Aranha faz um pacto com Mefisto (o Capeta, pra ficar claro) para, em troca da vida da tia May, que havia sido baleada logo após a Guerra Civil, acabar com seu casamento com Mary Jane que já durava 20 anos nos quadrinhos. Outra que não merece comentário.

2. A Saga dos Clones

Essa é uma das piores sagas de todos os tempos (há quem diga que ela foi boa no começo, mas vou contar um segredo: um final ruim estraga QUALQUER coisa). Não vou tentar explicá-la porque até quem leu não entende muito bem (foram cerca de 100 edições), imagina tentar em um parágrafo. Vou me focar nos piores momentos. Apareceram vários clones do Homem-Aranha e, ao final da saga você fica sabendo que o Peter Parker não era o verdadeiro e sim Ben Reilly, um dos clones que também tinha as memórias do Peter Parker. Você leitor que acompanhava o Amigão da Vizinhança tinha sido enganado por décadas! Emocionante. Essa saga refletiu-se numa queda generalizada das vendas das revistas do personagem, mas, apesar disso, foi repetira no universo Ultimate (ou Millenium aqui no Brasil), um pouco melhor sucedida (pior seria difícil).

1. Superman Vermelho e Azul.

Essa é campeã, duvido que alguém encontre uma pior. O que pouca gente sabe é que, além de ruim, essa é uma ideia copiada. A primeira aparição de dois Supermen foi em 1963, quando o Superman decide fazer tudo o que ele ainda não foi capaz. Para isso inventa uma máquina com vários tipos de kriptonita para aumentar sua inteligência, mas que tem o efeito colateral de dividi-lo em dois. Uma ideia audaciosa e que foi colocada como imaginária, paralela, ou seja, não se propôs a fazer parte da cronologia ou cânone do herói.

Mas em 1998 a cretinice imperou. Agora, sem o sol para abastecer seus poderes, Superman acaba divido em dois, um Azul com poderes elétricos, mais cabeça, preferindo resolver tudo com inteligência e o Vermelho, mais porradeiro. A merda foi tão grande que essa “fase” do Super durou muito pouco, sendo também ignorada depois.

E aí, concordam? Discordam? Muito pelo contrário? Comentem aí.

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Sobre Nerdbully

Mestre do Zen Nerdismo.
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32 respostas para Top 10: as ideias mais cretinas dos quadrinhos

  1. Jorge disse:

    realmente a divisão do super homem em
    2 é uma das maiores cagadas da história em quadrinhos

  2. Dava para fazer um Top 100 mesmo com esse tema, mas essas histórias/sagas/chame-como-quiser realmente superaram todas histórias ruins que já haviam sido feitas. Confesso que não li todas citadas (e acredito que não perdi muita coisa), mas as duas citadas do Aranha, putz! A Saga do Clone já era um trauma que eu achava difícil ser superado, até o Quesada inventar “One More Day”! Pior que a história, só a explicação que arrumaram pra ela depois para explicar o que tinha acontecido e, na minha opinião, se é preciso criar uma história para tentar explicar a “cagada” anterior, é porque realmente foi uma catástrofe. Tudo bem que algumas histórias legais foram feitas depois de “One More Day”, mas, fala sério, queria ver eles se esforçarem um pouco mais e fazer histórias dignas enquanto o Aranha estava com a identidade secreta revelada. Se eles iam fazer uma história péssima depois só para acabar com um dos casamentos mais antigos das HQs e como bônus esconder essa identidade, salvar a “titia” do Peter, e ainda trazer o “Osborn-filho” de volta, deixassem o Peter sem revelar nada durante a “Guerra Civil” e criassem outras formas de separá-lo da MJ. Mas temos que ver pelo lado bom, pelo menos eles não tocaram na Gwen durante estas mudanças…. 😛

  3. Nerdbully disse:

    Nesses casos vale uma regra: é melhor ignorar que explicar.

  4. Pingback: Meio século de teias | Quadrinheiros

  5. Velho Quadrinheiro disse:

    Lembrei depois…
    Limar a paraplegia da Barbara Gordon no reboot… Ela voltou a andar e ser Batgirl deixando de ser a Oráculo, a única heroína cadeirante (fodona!) dos quadrinhos.

  6. FumazZa Negro disse:

    Acho o Gaiman muito íntegro. Penso que ele vai fazer algo legal sim. Quanto às idéias cretinas, tem uma cagadas com o coitado do Thor… Exemplos: o Thor Sapo, o Thor Cavalo (Bill Raio), a Thor mulher (atualmente)… o cara é marcado! Jogou bosta na cruz!

    • Quotista disse:

      Eu já achava o Thor uma bosta como personagem em si.

      • Ricardo Filho disse:

        por se tratar de um personagem a base da Magia ele é horrivelmente mal construído, pode ver, NENHUM personagem com poderes mágicos é bem desenvolvido e aproveitado, nem Dr. Estranho(pra mim o melhor), nem o Capitão Marvel(nunca vou chamar de Shazam), nem Zatana, nem Dr. Destino (DC), todos eles são muito sub aproveitados mesmo tendo com o que trabalhar.
        Um dos melhores exemplos de bom trabalho com o Thor é o God of Thunder do Jason Aarons, muito bem trabalhado.

    • Ricardo Filho disse:

      o Bill Raio Beta começou como uma cagada fortíssima, mas hoje ele é bem aceito pelos fãs, foi melhor trabalhado posteriormente, a Thor mulher não é de um todo ruim afinal tem plot por trás e não se trata de um simples cash-in como transformar o Homem de Gelo, o Allan Scott em homossexuais do NADA ou um certo personagem flamejante loiro que virou negro em um certo filme. A Thor está a serviço pq o Thor original deixou de ser ”digno” devido a atos egoístas, ai o feitiço no martelo entrou em vigor e negou o Thor. O martelo diz que qualquer um que seja digno terá os poderes de Thor, eu não escolheria a Jane Foster pra posição,até pq ela ta morrendo.

  7. bacana!!
    MUITO 10 MESMO.
    Realmente é muita merda e muita gente com boas ideias que não conseguem publicar suas obras.

  8. Ideva disse:

    Acho que a saga do clone foi pior que o super homem azul/vermelho. Veja bem: gastei mais meu dinheiro na saga do clones em 100 edições que era muito ruim e alguns trocados no superhomem azul/vermelho. As outras eu concordo.

  9. dickz40 disse:

    essa do Superman realmente é mto escrota!!

  10. mauro torres disse:

    Justiceiro,”capo”da máfia;
    Justiceiro “Frankestein”(descaracterização total);
    Thor,o “sapo do trovão”(KKKKKKKKKKKKKK!);
    Vingadores Ultimate,versão Loeb-Madureira;
    Crossovers do Batman(com Spawn,The Spirit,Homem-aranha,etc).

  11. Nerdbully disse:

    Realmente… top 10 é muito pouco para tanta merda.

  12. mauro torres disse:

    Antes que eu esqueça:Hal Jordan como o Espectro(misericórdia!).

  13. discordo em duas posições:
    7° mesmo que o Antes de Watchmen tenho sido feita apenas para “vender” (concordo que não precisavam mexer em Watchmen), mas a qualidade das histórias são boas.
    3° o Quesadinha não “acordou” com essa ideia em mente. a Marvel não é uma empresa que faz algo “do nada”, foi uma jogada de marketing para que novos leitores pudessem ler o Aranha partindo de um ponto. (mas eu não gostei do que fizeram)
    e acho que você não foi imparcial, colocando apenas os pontos fracos.

    mas eu gostei da matéria

    • Ricardo Filho disse:

      eu li tds as Before Watchmen e elas não são boas cara me desculpe, o próprio Alan Moore achou uma merda.
      Não defende One More Day mano, não dá pra defender o capeta, nesse caso literalmente euahuehuaheuhauehauheua
      é bem mais fácil pensar uma forma de separar o Peter da MJ do que tentar matar a tia May e fazer um pacto com o demônio… lê isso em voz alta pra ti ver kkkkkkk
      o mais doentio é que a MJ LEMBRA que eles foram casados, o Peter e mais ngm não, se não me engano eles até viram uma possível filha que eles teriam… muito doentio lol

  14. Carlos Custódio disse:

    A saga dos clones foi muito boa, o único problema é que ela se estendeu demais,

  15. Fex disse:

    Ótima seleção de lixos!

    Eu tenho uma sugestão: a saga A Era do Apocalipse.

    Não a saga em si, na verdade. Eu particularmente não gostei dos roteiros, mas a ideia de fazer realidades paralelas e muito diferentes da cronologia é interessante, pois renova algumas fórmulas que já podem estar cansadas.

    A parte podre é que, depois de resolvido o problema do Cristal Mikrann (aquele de Shiar, lembram?) e da viagem temporal do Bishop pra reconstituir a linha temporal correta, eles fizeram a CAGADA de tentar aproveitar elementos da Era do Apocalipse na cronologia oficial dos mutantes!

    Que eu me lembro, vieram de carona com Bishop o Fera Negro (a quem imputaram a criação dos Morlocks, que seriam frutos de seus experimentos genéticos grotescos), o X-Man (versão teen do Cable, mais ou menos como o Anakin Skywalker: supostamente fodão, nunca fez nada de memorável), o Holocausto (filho do Apocalipse, pelo jeito por partenogênese, pois nunca li nada sobre sua mãe), o Homem-Doce (esse é o mais absurdo de todos: uma pelota gigante de quatro braços e quatro pernas saindo direto da cabeça, cujo poder era uma língua afiada! Por que, caralhos, acharam de aproveitar essa ideia?!?) e ainda houve umas ressonâncias mentais malignas, o Destrutor começou a virar do mauzinho como sua contraparte de lá.

    Mais que isso, não saberia dizer, porque eu não ousei continuar seguindo depois de duas edições desta “nova fase”.

    • Velho Quadrinheiro disse:

      Fex,

      sou obrigado a concordar, você tem razão. Como realidade paralela a Era do Apocalipse funcionava como um relógio suíço. Eventualmente algum arco mais periférico deixava a peteca cair (o Fortão vira-casaca, o Colossus pisotear a Kitty Pryde…). Aquelas histórias dos primeiros anos dos X-Men em Wundagore também são horríveis, puro caça-níquel.

      O Destrutor malvado servia puramente à história e desrespeitava o personagem. Uma remenda abordagem recente, se é que ela vai ser seguida, é no All New X-Men. Agora que o Ciclope virou terrorista, o Destrutor tem tomado a responsabilidade de conter o irmão, tipo um Luke Skywalker querendo redimir o pai. Aí sim um caso de obedecer a consistência do personagem.

      Agora, Homem-Doce era de doer. Delírio pesado do Chris Bachalo criado talvez depois de uma tremenda ressaca. X-Man era uma merda mesmo. Só isso.

      Talvez a regra seja: personagens de realidades paralelas devem ficar em seus próprios universos. Ponto.

    • Ricardo Filho disse:

      O Cable já era bem ruim… o que pensar de um personagem que de uma forma( eles não são a mesma pessoa de universos paralelos, mães diferentes) é ele mais novo em um universo paralelo? eu gosto do desenho deles pelo menos kkkkkk

  16. Marcelo Bragança Rua disse:

    A pior ideia para mim foi a de se eliminar Barry Allen, o Flash da Era de Prata na saga Crise nas Infinitas Terras e substitui-lo por Wally West, o Kid Flash. Talvez fosse melhor eliminar Jay Garrick, o Flash da Era de Ouro e manter West como Kid Flash ou então eliminar o Kid. Dos três velocistas, Allen foi o Flash mais popular da mitologia criada pela DC, achei completamente incoerente descarta-lo da continuidade das histórias. Se houvesse um segundo reboot nos quadrinhos DC (como a Marvel fez no universo Ultimate) algumas coisas poderiam voltar a ser como eram com Joel Ciclone na Sociedade da Justiça da Terra Paralela (preferencialmente) ou no passado da Terra única (opcionalmente) e Allen como o Flash da Terra Ativa. Só não sei se seria necessária a recriação do Kid Flash pois parceiros adolescentes de super-heróis são outra ideia de jerico e a coisa mais irritante que existe nos quadrinhos.

  17. fênix negra disse:

    Rapina e columba? Alguma semelhança??????.

  18. Pingback: Das histórias que não nos deixam esquecer | Quadrinheiros

  19. Marcos disse:

    Não perdia uma revista do aranha até a saga dos clones! Parei na metade e nunca mais segui a cronologia (se há alguma ainda). Só leio as edições especiais ou encadernados que me interessem.

  20. Você esqueceu a coisa da Gwen Stacy ter filhos gêmeos do Norman Osborn, né? Só pode ter sido esquecimento.

    • Nerdbully disse:

      O post só podia ter 10 e colocar 3 com o Homem-Aranha seria sacanagem. rs

    • Ricardo Filho disse:

      essa foi a que mais doeu, eles se amavam, tinham tudo certo juntos, só que o Norman/Duende Verde a matou… ae fazem um retcon safado desses dizendo que a Gwen era uma piranha que teve um caso com o Norman enquanto eles namoravam e não só isso teve filhos gêmeos deles e eu tenho que engolir que ela voltou pros braços do Peter como se nada tivesse acontecido? PQP deixem o Aranha ser feliz kkkkkkkkk

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