9 anos de Quadrinheiros – amor à 9ª Arte

crianças lendo quadrinhos9 anos de amor à 9ª Arte.

Há exatos 9 anos começávamos esse espaço de discussão sobre quadrinhos com a ideia de unir diversão e rigor. Um pouco dessa história você pode ver aqui. 

Para comemorar essa data especial listamos algumas imagens que mais nos impactaram em nossa trajetória como leitores e produtores de conteúdo sobre quadrinhos. 

Nerdbully

A morte de Barry Allen em Crise nas Inifinitas Terras

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A morte de Barry Allen em Crise nas Infinitas Terras

Sem dúvida um dos momentos mais marcantes para mim. Um amigo de minha mãe deu a ela uma caixa com quadrinhos de super-heróis e eu as lia quandro criança, meio sem ordem, sem saber direito como me guiar naquele universo.

E um dia a imagem estava ali… o Flash. Morrendo. E dizendo que tinha que salvar o mundo. Jamais me esqueci daquela imagem e daquelas palabras.

Lobo Solitário mata um monge budista na história A Barreira sem Portal

Itto Ogami procura o próprio monge que deverá matar para lhe ensinar como fazê-lo. E o monge diz:

Para matar um homem você deve antes projetar a aura da morte! O oponente, por sua vez, projeta sua própria aura… talvez de morte, talvez de medo! Assim, unido a ele, você pode empunhar a espada e alcançar Mu!

Velho Quadrinheiro

O Evangelho do Coiote, de Grant Morrison, desenhos de Chaz Truog e Doug Hazlewood (DC 2000 n. 7, Ed. Abril, 1990)

Quando o Grant Morrison resolveu usar as histórias do Homem Animal para criticar a violência nos desenhos do Papa-Léguas foi um choque infantil que levou décadas pra compreender.

A Dádiva por Chris Claremont e Paul Smith (X-Men n. 21 Ed. Abril/1990)

Quando os X-Men racharam o pau por conta o dilema do bonde (sacrificar alguns indivíduos em troca da dádiva de superpoderes para toda humanidade) ficou claro que aquela coisa de que “herói sempre faz a coisa certa” começou a ficar questionável.

A Primeira Estátua, por George Perez e José Luis Garcia-Lopes (DC 2000 n. 8, Ed. Abril, 1990)

Quando a antologia de histórias da Mulher-Maravilha foram publicadas na DC 2000 ficou claro que o universo da heroína era bem maior do que apenas uma única personagem. Ali percebi que havia muito mais que uma versão feminina do Superman e que as histórias das amazonas estavam mergulhadas na mitologia.

John Holland

Monstro do Pântano descobrindo a inexistência de seu corpo humano

Alec Holland era um cientista que morreu em um acidente no seu laboratório em meio a um pântano e, após o acidente, surge o Monstro do Pântano pensando ser Alec Holland transformado. Na cena o protagonista acaba de ler o estudo feito sobre sua existência, que lhe revela a morte completa do corpo de Alec Holland e a impossibilidade de voltar ao corpo que lhe deu a alma. O personagem se descobre como um amontoado de plantas com consciência.

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Maus e a reflexão de Art Spiegelman de estar escrevendo sobre uma pilha de corpos

Maus é constituído de duas partes., Após o sucesso da publicação, na segunda parte, o autor reflete se estava se beneficiando a partir da tragédia do holocausto, se não estava escrevendo sobre uma pilha de mortos.

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Picareta Psíquico

Arma X de Barry Windsor-Smith

A história do Wolverine antes dele ser o Wolverine, publicada aqui em 1991 na revista Grandes Heróis Marvel nº 35 (formatinho da Abril),e que nos EUA saiu em uma minisérie em 12 partes em 1988. Escrita, desenhada, colorizada e letreirada pelo incrível Barry Windsor-Smith, mistura a confusão dos implantes de memória e a crueldade de um programa de desenvolvimento de supersoldado numa narrativa cheia de violência e drama. É o tipo de história em quadrinho que fica tatuada no cérebro.

O Homem-Aranha de Todd McFarlane

Nos EUA esse título foi criado para que o desenhista aclamado pelo público tivesse sua independencia criativa saiu em 1990. Aqui no Brasil a Abril correu pra publicar em 1992, em formato americano! As histórias escritas e magistralmente desenhadas por Todd MacFarlane deram tanta visibilidade ao artista que o sucesso de vendas levou ao “motim” que culminou na criação da Image Comics e alguns anos depois levou à quebradeira na industria de quadrinhos (por causa da enxurrada de edições nº 1 com capa variante que alimentavam a especulação no mercado de colecionadores, entre outras causas).

Sobre Nerdbully

AKA Bruno Andreotti; Historiador e Mestre do Zen Nerdismo
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